Mostrar mensagens com a etiqueta confissões. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta confissões. Mostrar todas as mensagens

domingo, 14 de dezembro de 2014

quarta-feira, 16 de abril de 2014

segredo



Tenho um medo irracional de vir a sofrer de alguma doença grave.

boa, alfredo

O meu problema é que eu estava a planear ter esta semana inteirinha para chegar onde queria na matemática e começar a estudar a sério para biologia. Qual quê? Nem um dia em casa. Nem um único dia. Nicely done.

domingo, 13 de abril de 2014

hoje é um deles

Há dias em que adormeço com um nó na garganta, ciente de que não há mais nada que eu possa fazer - e dias em que acordo com uma esperança renovada e ainda acredito que o que fiz tenha sido suficiente para, lá para o fim, mudar as coisas. Só não sei muito bem o que fazer até lá.

sábado, 22 de março de 2014

confesso

Estou há muito mais tempo do que gostaria de admitir a ler os comentários deste post. E, julguem-me por isso, eu até acredito que muito disto seja verdade - o que acho reconfortante, de certa forma. A prova de que há mais do que este mundo que crescemos a acreditar ser o único.

quinta-feira, 20 de março de 2014

terça-feira, 11 de março de 2014

tenho de confessar

Por mais que seja incapaz de o assumir em voz alta, é verdade que quando leio no twitter dele frases como mexes mais comigo do que aquilo que eu gostaria, eu me fico a perguntar se, ainda que apenas por meio segundo, ele não pensou em mim. Se não foi o meu nome que lhe veio à cabeça.

Sei lá. Eu posso sentir-me uma lontra obesa e achar-me horrenda mas, foda-se, o gajo come-me com os olhos todos os santos dias. Há 3 anos. 

sexta-feira, 7 de março de 2014

para que conste

Se se estiverem a perguntar porque raio ainda não detonei o outro blog, a resposta é simples: agora tenho a certeza de que ele o lê e uso aquele antro como um comando à distância. O rapaz nem repara na forma como eu o controlo.

Está errado, está sim senhora, mas se ele não fosse conas, nada disto seria necessário. E eu prometo acabar com isto, no máximo, até ao final da próxima semana. Prometo.

quinta-feira, 6 de março de 2014

mas apaixonamo-nos sempre pelo pior

Vocês perguntam porque é que eu não tenho namorado, e eu respondo: porque sou uma cabra. E porque sou feia pra caralho, mas isso são outros problemas.

Quando li o twitter do gajo fiquei com tantos ciúmes por ele dar a entender que só anda atrás de gajas gostosas - e, entenda-se, se anda é só mesmo no fb naquela de fap room porque na escola está sempre vidrado em mim que sou um turn off maior do que a belle dominique -, que decidi picá-lo. Foi assim que acabei por usar a informação valiosíssima que recebi há uns meses de dois supostos grandes amigos dele - o pobre inventou uma namorada e mentiu a toda a gente durante meses, chegou a dizer que ela lhe dava presentes.

Well, desconfio que ele lê o meu blog. E que já leu o post.
Menos de cinco minutos depois, estava a bela da indireta no twitter e o moço foi para a cama. Só tenho pena de ele ser giro que dói e eu ter uma crush por ele há 3 anos. Sério. Era eu poder escolher, a ver se ele já não tinha entrado em órbita. Noutra galáxia.

quarta-feira, 5 de março de 2014

é isto

Já não me lembro da última vez em que dormi em condições. Em que me senti bem. Estou confusa, irrequieta, assustada - parece que nada faz sentido. Não consigo ser coerente, não consigo pensar a mesma coisa durante um par de dias seguidos. 

Estou apavorada e a perder a coragem. Tenho medo de me humilhar, tenho medo de me magoar outra vez - e então, recuo quando o que mais quero é atirar-me de cabeça. Neste momento, qualquer uma das hipóteses me parece fatal e eu não sei o que fazer. Não sei mesmo.

Preciso de acabar com isto, mas nem sei por onde começar. E tenho medo do que possa acontecer. Medo de falhar outra vez. Eu não preciso de mais motivos para me odiar.

sábado, 1 de março de 2014

tenho mais colhões do que ele

Já não é a primeira vez que estou distraída e, quando o vejo, ele está a olhar para mim e a sorrir - mas o pico da fofísse, foi hoje; depois de ter estado uns 10 minutos a fingir ignorar a minha existência enquanto, muito mal disfarçadamente, observou cada gesto meu pelo canto do olho (sério, o moço dá um bocado nas vistas porque faz sempre a mesma coisa; brinca às estátuas, fixo num ponto perto de mim), e depois, apesar de estar de costas, ficou a espreitar o meu autocarro a ir-se embora até ele lhe desaparecer de vista.

Se não fosse comigo, sei que não demoraria mais do que trinta segundos a fazer o diagnóstico ao rapaz - mas ele é giro que dói e eu sou só a totó dos livros, feia, gorda e com mau gosto para se vestir. E, espantem-se, apesar de isto durar há praticamente três anos, na minha cabeça ainda faz sentido que ele só faça estas coisas para gozar com a minha cara, mesmo tendo de reconhecer que, a não ser que ele seja um psicopata, isso é praticamente impossível. 

E é assim que vocês ficam a saber que há três anos que eu estou apaixonada por um gajo que não tem coragem para me falar - da última vez, ficou tão aflito que até teve de fingir uma chamada para ir respirar a uns metros de mim. Depois voltou. Depois fugiu. Sinceramente, acho que estou a ficar maluca.