Mostrar mensagens com a etiqueta conversas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta conversas. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 8 de setembro de 2015

podíamos ter sido outra coisa qualquer

eu: podias sempre dizer que eu sou a tua deusa. buddha.
ele: buddhapeste.
 Mas acho que estamos mesmo a adorar ser parvos.
(e eu, claramente, a peste de serviço)

terça-feira, 30 de junho de 2015

ontem

A menina está sempre a dizer coisas engraçadas, parece o manzarra.

Not sure if it was a compliment.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

try again, please

Não vou à praia desde que cometi o suicídio.

 Já vos disse que fico louca com as merdas que ouço?

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

like a lady

Ninguém me tira da ideia que eu não tenho namorado porque sou o repelente de pénis mais eficaz que a história alguma vez viu - não tenho emenda.

Depois de lhe ter dito um milhão de vezes que estava a morrer de sono e tinha mesmo de ir dormir, e de ele me ter dado a volta outras tantas vezes para eu ir ficando, não desliguei, mas adormeci. Adormeci assim a meio de uma conversa, não sei se a falar ou a ouvir, mas adormeci e acordei com ele do outro lado:

tiiiiiiiicaaaaas... adormeceste ou está a passar um comboio mesmo à frente da tua janela?


Sou uma lady dos dias de hoje; posso perfeitamente ressonar. E coçar os colhões em público também. 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

deus é pai

Expliquei-lhe que o meu tempo de chamadas gratuitas era limitado, e que ao fim desses minutos teria de esperar. Expliquei-lhe isto um milhão de vezes, assim como lhe disse que, por essa mesma razão, teríamos de tentear o tempo que passávamos em chamada.

Ontem, recebi a mensagem de que só me restavam mais 200 minutos. Disse-lhe.

- olha, agora é que temos mesmo de parar com as chamadas porque já não tenho muito tempo e preciso desses minutos.
- ah, então eu ligo-te, espera.
- então mas tu não pagas?
- não...
- nunca me disseste nada!
- nunca perguntaste!



A minha mãe costuma dizer que eu mato os rapazinhos todos. Acho que se percebe porquê.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

the sad life of a bookworm

Então eu digo ok, o mocinho também diz ok e eu dou por mim a perguntar-lhe se o ok também é o nosso always. Só depois é que me apercebi da estupidez disso mesmo e que eu preciso urgentemente de arranjar uma vida e deixar-me destas tretas. Não, o ok não é o nosso always porque eu não quero always nenhum e, pior do que tudo, não poderia ter saído pior. 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

direitinha para o inferno, sem espinhas

Não me bastava ter-me esbardalhado a rir quando li que me tinha enganado e em vez de ter escrito deixava-te dares-me um beijinho na testa escrevi deixava-te dares-me um beijinho na tosta, porque há sempre aquelas alminhas que levam a conversa para outros lados e isto ficou um bocado estranho. Não. Pior do que isso foi, ao ver-me ter um ataque de riso, um rapaz gago que estava comigo, se ter virado para mim e dito e se tivesses um ataque destes quando estivesses a ffffffffffffffffffffalar?, e eu juro que já nem me lembrava da última vez que tinha, literalmente, chorado a rir como hoje.

(e sim, foi mau, mas eu juro que por momentos achei mesmo que ele ia dizer foder!)

sábado, 29 de novembro de 2014

deu para rir

Com o tempo que demoras a responder, às vezes nem sei se mandei mensagem ou uma carta.

Parece que ando mesmo a leste de tudo, shame on me.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

começar melhor o dia

Estava no café, de manhã, quando ouvi aquela notícia do homem que matou a mulher e a levou de carro até à roménia. Nisto, um homenzito que estava ao balcão comenta:

- se calhar nunca tinha ido de férias com ela em vida...

Ri-me mais do que me orgulharia de admitir - é assim mesmo! É de humores destes que eu gosto.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

gajos

Estava uma lontra a passear o fat ass pelo melhor sítio do mundo quando recebe uma mensagem de uma das novas chagas - a típica conversa da treta, do blá blá blá tudo bem? o que fazes?, e eu com pouca paciência para falar fosse com quem fosse quando ele se sai com um a minha vida está uma merda. Perguntei-lhe porquê. Começa a dizer que não me quer chatear - insisto, mas ele continua com as mesmas merdas.
Amigo, se não me querias incomodar, pura e simplesmente não mandavas mensagem. Agora que já chateaste, podes sempre ir até ao fim. E foi assim que ele se passou comigo e eu com ele mas, gráçádeu, ao menos chateado ele fica calado. 

(isto é da mesma edição do o que tu queres sei eu mas daqui vais mal servido.)

domingo, 19 de outubro de 2014

fragmentos de sexta

Uma em cada casa de banho, uma parede a separar-nos, ela começa:

- bichaaaaaaaa, estás a conseguir mijar de pé?
- uhm?! mas nós somos gajas, não mijamos de pé.
- eu normalmente mijo mas agora não consigo. caio sempre para a frente.

Nove anos depois, descobri que afinal ela tem uma pila. Pesada.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

há umas semanas atrás

eu: estás com dores no ovário, é?
momento de silêncio
ele: deixaste-me confuso... eu tenho ovários?

Para que vejam o meu nível de sadomasoquismo, esta conversa foi tida há semanas com um rapazinho que agora me quer perfurar os orgãos vitais, com razão até, mas isto continua a fazer-me rir tanto que tive de garantir que não me esquecia nunca. Foi tão mas tão totó e tão queridinho ao mesmo tempo que... awwwn, que puta de saudades.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

propositadamente,

Estávamos a falar sobre a possibilidade de as lésbicas combinarem a cor do verniz, quando eu me dei conta de que, dado o meu longo historial de paixões assolapadas por gajos mais conas do que eu, também me deve ser possível fazê-lo.

E então acabei por imaginar um deles, que, confesso, ocupa um lugar de destaque por ser o mais conas deles todos e o que mais macho se julga, com as unhas dos pés pintadas. Talvez seja da hora e do acumular de noites mal dormidas mas ri-me muito mais do que gostaria de admitir. 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

sad life is sad, take 2

Eu tenho o amigo perfeito - desculpem, tenho mesmo. É giro que só ele, tem daqueles sorrisos que fazem a roupa de uma gaja popicar, sotaque do norte, sentido de humor aguçado e parecido comigo em praticamente tudo.

Tínhamos tudo para resultar mas depois dou por nós a ter a conversa mais deprimente de sempre.
Quem me dera gostar de pita. Ia para coimbra e estava feito.

Yup. 
Tinha-me esquecido de que as nossas semelhanças também atingem este nível. Gostamos os dois de pila.

ouch

Por qualquer motivo, comecei a receber algumas mensagens do rapazinho em duplicado. A segunda chegava depois de eu responder à primeira - ok, não há nada que possa correr mal, pois não? Aparentemente, não. O problema é que eu só me apercebi realmente disto há bocado e, à tarde, fiquei capaz de arrancar a pele ao gajo, sem dó nem piedade. Porquê? Porque aconteceu isto:

- vou para o inferno pá
- ainda bem

Sério, isto só pode ser conspiração.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

refletindo

Há uns dias, alguém me perguntou se a minha vida era sempre assim tão hilariante - na altura, não dei grande importância mas agora isso não me sai da cabeça. Não entendia como é que, bem vistas as coisas, eu via um circo montado em cada desgraça da minha vida.

Acho que já entendi o sistema - os meus dias não são mais divertidos do que os vossos, mas o meu atraso mental faz com que o pareçam. Está tudo na forma como olhamos para as coisas. Com um bocadinho de imaginação, somos capazes de encontrar (quase) sempre um motivo para rir no meio do holocausto. E vale a pena, sim senhora. É assim que se é feliz no meio de todas as adversidades.

E isto relembrou-me a eva, quando me disse que eu bloqueio demasiado todas as tristezas de forma a parecer louca e feliz todos os dias. Tenho de lhe dar razão - apercebi-me disso agora. É raro eu entregar-me aos sentimentos negativos. Mal me chegam as lágrimas aos olhos e já eu me estou a rir descontroladamente por causa de outra coisa qualquer - e é por isso que, de vez em quando, me desfaço a chorar. Sempre disse que nunca fui feliz mas, verdade seja dita, nunca tive jeito para infeliz também.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

quando me mandam mensagens com cebolas

- sou deprimente.
- nao és, nao és mesmo. pelo contrário. és um ser humano com uma capacidade fantástica de ironizar os problemas, de fazer parecer que tudo está bem quando tudo está mal. um ser humano que se sacrifica, que recalca todas as emoções negativas apenas para manter a aparencia de feliz e louca. mas tu és feliz e louca também, apenas não és sempre. só que esse lado, o lado feliz, é também aquele que te destrói, porque não deixa o lado triste vir ao de cimo quando é preciso. às vezes chorar, gritar com o mundo e o crl faz bem.

Já devo ter agradecido mil vezes, mas obrigada, sim? Sabe mesmo muito bem saber que alguém dá valor àquilo que eu mais gosto de fazer. E quando me compreendem - é isso, sim. Há muito tempo que não me dou ao luxo de viver um problema como deve de ser; habituei-me a não parar quieta, a fazer-me de indiferente. Tornei-me adepta do safoda - não resulta. Acho que o que eu preciso mesmo é de me sentar num canto e chorar até me cansar. Depois sim - safoda. 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

és terrível, patrícia!

A chegar à igreja onde se estava a realizar um funeral

- está imensa gente à porta da igreja...
- já devem ter esgotado os bilhetes.

Já vos disse que vou para o inferno?

terça-feira, 29 de julho de 2014

como se faz para ires parar ao twitter em três segundos, patrícia?


Seres apanhada, a meio de um devaneio infeliz, pela tua amiga que afirma gritar, literalmente, a rir enquanto lê o teu blog. Ou seja, que tem um atraso mental equiparável ao teu e, consequentemente, vai achar piada àquilo que estás a dizer. Mesmo que implique ofender as glândulas salivares de um rapaz que, por esta altura, já deverá ter sentido a necessidade de aparar a baba com um balde, e a culpa é toda tua, patrícia má!

A sorte é que, assim como assim, acho que vou ter companhia no inferno.

update:


Acho que ela teve outro orgasmo cibernético. Idek.