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terça-feira, 15 de abril de 2014

expelliarmus

1. ouvir um sermão de dona mommy à uma da manhã, a meu ver, sem razão;
2. passar à frente de uma loja de decoração e lembrar-me do meu amor por quadros e da necessidade de substituir um do quarto porque está meio estragado;
3. entrar na loja e ir ver os ditos quadros;
4. apaixonar-me, ver que saem em conta, mas não comprar nenhum para não gastar dinheiro;
5. encontrar umas almofadas, giras que só elas, que eu sabia que dona mommy queria há séculos;
6. pegar em duas, sem pestanejar;
7. perceber que ia gastar mais dinheiro do que se comprasse o quadro;
8. hesitar, mas trazê-las, ainda assim;
9. aproveitar o mau humor de dona mommy para lhas dar;
10. eu ralho contigo e tu ainda és fofinha para mim.


Ao menos sou boa a desarmar. Valha-me isso.

domingo, 13 de abril de 2014

agora,

Pelas minhas contas, esta deve ter sido a 989398ª vez que vi o the last song mas, mesmo assim, tenho a sensação de que chorei ainda mais descontroladamente do que em todas as outras. Valha-me deus. 

sábado, 12 de abril de 2014

ainda das compras

Apesar de já estar mais perto dos 19 do que dos 18, continuo com a sensação de que as pessoas não me vão levar a sério, de que pareço demasiado pita para pegar num carro e ir ajêtar a minha bida. Não que seja propriamente baixa, mas se já acho que ao olharem-me para a cara se vão perguntar se terei idade para conduzir, ao ouvirem a minha voz vão ficar com a certeza de que eu ainda devia usar cadeirinha.

Para confirmar as minhas dúvidas, enquanto estava na caixa, já pronta para pagar, a empregada pergunta-me, meio chocada:
- mas tu estás sozinha?!

...
...
...

Oh, vidas difíceis!

diagon-al

A mommy cá de casa fez-me uma lista interminável e mandou-me às compras, naquela de ver como é que eu me desembrulho - ficou surpreendida com a minha rapidez, toda orgulhosa por a cria ter dado conta do recado sozinha.  

O que eu não lhe contei foi que ir às compras sozinha pela primeira vez foi estranho como o caralho. Don't get me wrong, já entrei no supermercado outras vezes longe das saias da mamã, mas nunca para comprar tantas coisas que, a meio da lista, já mal conseguia controlar o carro, o que imagino que dava a certeza às pessoas que eu tinha um atraso mental qualquer, combinado com um atrofio ao nível dos membros inferiores. 

Paranóica que só eu, achei que toda a gente acabaria por compreender que era a primeira vez que eu comprava este mundo e o outro sozinha, porque me sentia completamente alienada e sem saber bem para onde ir; dei três mil voltas ao recinto, atirei tudo para dentro do carro e vim-me embora, não sem antes quase ter dado com o carrinho no cu de um gajo gostoso que eu sei lá. Pena não lhe ter batido mesmo; se ele me caísse para o carro, trazia-o também, só por causa das tosses.

sábado, 1 de março de 2014

lontra foréber!

Está a chover para caralho, outra vez, e eu tenho montes de coisas para fazer... mas acordei outra vez tonta que eu sei lá e só me apetece ficar a vegetar no sofá. Valha-me nossa senhora.