Houve uma altura em que eu duvidei disso mas agora tenho a certeza - ainda hás de sentir muito a minha falta. E ainda te hás de arrepender (muito) pelo que (não) fizeste.
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sexta-feira, 18 de julho de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
mensagens que não vou enviar
Há sempre um momento em que sabes que não te resta outra alternativa senão bater com a porta e fazer de conta que ela nunca esteve aberta. No teu caso, esse tempo já passou há muito - deixei-a entreaberta, convencida de que a havia fechado; escondi as chaves algures, onde as fosses encontrar. Não estou certa de que compreendas as metáforas, e também já não sei se me interessa. Cansei-me. Honestamente, estou farta de ti e desse teu lado conas - recuso-me a perder mais um único dia contigo. Espero, sinceramente, que cresças, que atines. E que sejas feliz, sim - porque, mesmo anormal, eu até acredito que mereças. Adeus.
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segunda-feira, 10 de março de 2014
mensagens que não vou enviar
O que me chateia é saber que se eu só te puder ver cinco minutos por semana, esses serão os meus cinco minutos mais felizes, e tudo o que eu fizer, tudo o que eu disser durante os que me sobram longe de ti, será a pensar neles - e não gosto disso. Odeio isso. Não quero arriscar-me a ficar sem os meus cinco minutos de felicidade só porque uma semana resolves não vir. Só porque não queres saber.
E é por isso que fujo. É cada vez mais difícil ficar.
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sexta-feira, 7 de março de 2014
porque é que ainda não me fui embora?
Porque tu aí estás. A fazer-te passar pelo que não és, é certo, mas continuas aí e eu só o descobri momentos antes de fechar a porta de vez. Foi um golpe de sorte.
Se fizesses ideia de quanto vales mais quanto te permites a ser tu próprio, nunca mais cairias na tentação de te transformares nessa pessoa que eu repugno só para agradar aos outros. E talvez nem concordes, talvez nem queiras saber - mas está dito. Gosto daquilo que és, não daquilo que queres ser.
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segunda-feira, 3 de março de 2014
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Talvez nunca chegasse a fazer sentido, mas eras tu. De entre todos eles, mesmo quando eras o que menos parecia valer - foste sempre tu. E continuas a ser, mesmo que eu nunca consiga saber explicar porquê.
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
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As coisas são mais fáceis quando eu acredito que és um cabrão sem colhões - não gosto desse teu lado que tem tendência para me fazer derreter. E hoje, não podias tê-lo feito - precisava de mim racional, precisava de mim com coragem para anular o que sinto -, mas correu mal. Há muito tempo que não dava por mim a sorrir sem saber muito bem porquê - mas não podia ter sido hoje. Não podia.
Assim não quero brincar mais a isto. Vamos acabar com o jogo antes que eu (me) perca de vez.
Mother of god.
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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
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Não és mais nem menos do que ninguém; não tens os olhos mais bonitos, não tens o sorriso resplandecente nem a personalidade mais adorável. Não tens. Há pessoas melhores do que tu, mais bonitas, mais inteligentes, mais interessantes - e, ainda assim, no meio de todos eles, é a ti que eu escolho sempre.
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sábado, 8 de fevereiro de 2014
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O problema de eu gostar tanto das palavras é que aprendi, demasiado depressa, a fazer o que quero delas. Percebi que consigo usá-las para causar mais feridas do que qualquer outro objeto, e não consigo largar esse vício. Lamento - sempre me assumi cabra, sempre disse que tinha mau feitio. Quando estou chateada, digo o que penso e esqueço o que sinto - o que faz com que nem sempre aquilo que eu digo seja tão verdade assim. Às vezes preciso de sentir que consigo causar nos outros a mesma dor que sinto sempre.
Desculpa, mas às vezes quero arrastar-te para o mesmo sítio onde teimas em deixar-me. E, desculpa outra vez, agrada-me sempre ver que consigo.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
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Desculpa - é a palavra que falta. Aquela que, apesar de tudo, merecias ouvir - achei que me doeria menos se te doesse um bocadinho a ti também. E depois achei que, se já não me doía a mim, me era permitido espetar as unhas na ferida; não pensei que ligasses. Não pensei que quisesses saber. Desculpa-me outra vez; eu sou estúpida, irremediavelmente estúpida. Estúpida na mesma conta e medida com que sempre gostei de ti.
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
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Se eu me fosse embora amanhã, não te arrependerias de teres sido tão estupidamente fraco?
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
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Demorei dias a reconhecer que o que fizeste foi absolutamente adorável. Mother of god. O que é que eu estou a fazer com a minha vida?
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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
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Achei que te tinha perdido, mas afinal foste tu que te perdeste. E, imagina só, obra do acaso ou pura distração, fui eu que te encontrei outra vez nesse sítio onde tu finges não saber que estás. Só ainda não arranjei coragem para te tirar daí.
Ainda não consegui dizer-te que conheço de cor os cantos desse abismo onde mergulhaste, e que não me importaria de te ajudar a sair dele - mesmo que isso implicasse cair outra vez.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
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Gosto muito de ti, muito mais do que devia mas, francamente, às vezes só me apetece mandar-te para o caralho. És anormalmente estúpido. Irremediavelmente estúpido. Às vezes, nem sei como posso gostar de alguém assim. Outras entendo; eu sou tão estúpida quanto tu. Ou mais ainda, só por gostar tanto de ti. Vai para o caralho.
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terça-feira, 31 de dezembro de 2013
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Antes das doze badaladas, por favor. Faz tudo isto valer a pena e devolve-me a tal felicidade que me voltou a fugir.
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sábado, 21 de dezembro de 2013
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Não gostava que precisasses de mim para viver. Queria que não precisasses mas, ainda assim, quisesses. É essa a diferença.
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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
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Apanhaste-me de surpresa e eu não te podia estar mais grata por isso. É a primeira vez que acredito que pode de facto haver alguma coisa boa na minha vida. Como tu.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
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Ficas tão mais fofinho ao natural do que quando te tentas armar em bom. Pode ser de mim - mas não gosto da tua máscara de gajo altivo. Não o és. E é com ar de perdido e de puto irrequieto que eu gosto mais de ti.
Ao menos, não me pareces arrogante. Pareces-me só adorável.
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
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É perfeitamente percetível quando as pessoas estão genuinamente distraídas, ou quando estão só fixas num ponto mas a ouvir tudo o que se passa à volta. Não é uma indireta nem nada... só me pareceu bem avisar. Sei lá.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
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Hoje precisava de ti. Hoje precisava tanto, mas tanto, de ti.
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domingo, 1 de dezembro de 2013
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Sei que provavelmente até devia, mas não consigo ficar contra ti. Não me perguntes porquê, mas estou do teu lado.
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