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terça-feira, 15 de abril de 2014

e com um casal ao pé

Eu sei que não tenho muito amor à vida quando dou por mim no comboio, sozinha, a ouvir adele. Eu. A ouvir adele no estado em que tenho andado. Oh, i daaare you to lemme beeee youuur one and oooonly. Isso.

domingo, 13 de abril de 2014

assim você me mata

Love is fragile. And we're not always its best caretakers. We just muddle through and do the best we can. And hope this fragile thing survives against all odds.

the last song 

late

De todas as coisas que te queria dizer neste momento, julgo que escolheria simplificar e pedir-te desculpa. Desculpa - é a palavra que mereces ouvir. A palavra que tantas vezes me saiu da boca, mas nunca pelas razões certas. Eu devia ter percebido antes. Devia ter compreendido.

Passei meses a admirar-te em segredo, num segredo profundo que não ousava contar a mim mesma, incapaz de assumir que tu és realmente incrível, que és a melhor pessoa que alguém pode querer ter por perto. Continuei a dizer a toda a gente que eras um excelente amigo mas que não passavas disso, que eras como um amigo gay. Juro que ainda não sei como consegui passar meses a ignorá-lo, como consegui ignorar cada batida mais forte, cada momento de ansiedade quando sabia que ia estar contigo. Passei meses a fazer de conta que não sentia nada, só por achar que não era natural sentir algo tão forte por outra pessoa que não o joão. E deixei-te ir por isso. Não, fiz pior do que isso - obriguei-te a ir.

Ainda me custa acreditar no que te fiz. Ainda me custa crer que, inconscientemente, tudo isto tenha sido causado por mim. Nunca te quis afastar - soube-o no dia em que te começaste a afastar. No dia em que soube que fui eu quem te afastei com o tempo - achei que não querias saber, achei que não era importante para ti, mesmo com todas as provas em contrário. E era tudo tão fácil, tão natural, quando eu estava contigo, que nunca me vou perdoar por te ter largado a mão enquanto o abismo se formava entre nós. Eu devia ter-te puxado. Devia ter sabido dizer-te que te queria ao meu lado. Não disse; deixei-te ir, e agora não voltas mais.

Desculpa. Desculpa se não te soube ouvir com a atenção necessária para perceber o que estavas a dizer, por não ter percebido na altura o que se estava a passar. E, sobretudo, desculpa por me ter obrigado a passar-te para segundo plano, a fazer de conta que o que sentia por ti era só admiração por aquilo que és. Desculpa por nunca te ter sabido mostrar o quão importante és para mim - mas eu tenho sentido a tua falta todos os dias. E, mesmo agora que o que restava da nossa amizade parece querer morrer, posso dizer-te que me fizeste bem como nunca ninguém me tinha feito sentir antes. Obrigada por isso. Obrigada por teres entrado na minha vida, e desculpa por eu não ter sabido manter-te nela.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

estranhamente, é de gente assim que eu gosto

Assim que soube que uma amiga comum ia estar hoje com o rapazinho, uma das três únicas pessoas que sabem da história toda, pedi-lhe um trilião de vezes que não lhe dissesse nada porque não fazia sentido arrastar outras pessoas para isto - mas por mais que tenha implorado, que lhe tenha mandado mais uma mensagem hoje só para ela não se esquecer de que eu não queria, de todo, que ela falasse, ela falou.

Não consegui ficar chateada com ela porque, no fundo, sempre soube que ela o faria - estava quase tão chocada, revoltada até, quanto eu. Mas, mais uma vez, ele conseguiu desiludir-me. Mais uma vez, conseguiu magoar-me.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

ponto da situação

A minha vida social está no auge, agora que me passei com o rapaz e me apetece fazer pouco mais do que enrolar numa concha e chorar noite e dia porque eu tenho oitenta anos e tenho toda a razão quando digo que isto é o fim do mundo. Ok, não. Mas ainda hoje é o meu primeiro dia de férias e já comecei a trocar os dias pelas noites - estudei até às duas e quase não dormi até amanhecer. Para quê ir para calpe quando posso ficar na minha sauna privada? Eu até adoro passar a ferro. Pois. Adoro. 

primeira lei de alfredo murphy

Tudo, absolutamente tudo, o que parecer bom de mais para ser verdade, é mentira. Lidem com isso.

sábado, 5 de abril de 2014

só para que saibam

Eu gostava mesmo de conseguir escrever alguma coisa de jeito, de ser menos deprimente e de não estar constantemente a informar-vos da minha vontade de arrancar o meu próprio fígado, cozinhá-lo e dar aos 8 gatos a quem costumo encher o bandulho, mas as coisas andam mesmo más pelo meu lado. Tão más que me vou enfiar na cozinha, fazer bolos, bolinhos e todas as coisas boas que engordam, para daqui a algumas horas poder vir chorar também por ser uma lontra obesa que só pensa em comida, porque já não há cu que aguente ver-me a choramingar por um gajo.

Inté.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

já mal abro os olhos

Gostava de me poder orgulhar de não estar com umas olheiras até aos joelhos e com a sensação de que vou adormecer a qualquer momento, porque tenho explicação daqui a meia hora e não me posso dar a esses luxos.

Passei a semana inteira a queixar-me de que estava cansada e precisava de me deitar cedo um dia para dormir como deve de ser - mas com isto tudo do rapazinho and so on, passo o dia cheia de sono mas à noite meto-me a deprimir e durmo cada vez menos. Pior do que tudo - nem escrever me tem apetecido. Nem falar. Mas mato-me ou suicido-me?

o macho e a tpm

Gaja que é gaja sabe que pode estar a ter o mês mais calmo de sempre mas, quando chegar a semana em que o pequeno demónio da tpm a possui, tudo o que puder acontecer de mau, acontece. Todas as tragédias e cataclismos sucedem naqueles dias do mês em que uma gaja fica capaz de chorar com o anúncio do papel higiénico - conseguem imaginar o meu estado neste momento?

terça-feira, 18 de março de 2014

juro-vos

Sonho com o dia em que os cachopos da minha escola vão descobrir a verdadeira utilidade dos fones. Já não há cu que aguente tanto bô tem mel, tanto roça roça, tanto all of me. Valha-me nossa senhora.

efemérides

Faz hoje cinco meses que me apaixonei por ele. Ou melhor, cinco meses e uns anos - eu é que era burra, eu é que não queria saber. E tudo o que eu queria, além de uma memória que não me permitisse a lembrar-me de uma data destas, era ter já tido coragem que baste para ter A conversa. 

sábado, 15 de março de 2014

para variar

Contava ter estudado mais por esta hora, mas dói-me tanto a cabeça e estou tão sem paciência que nem tomar banho me apetece. Boa.