Entre o momento em que ele se sentou à mesa e aquele em que, aliviada, me levantei, apanhei-o a observar-me diversas vezes. O diabo que me perdoe, mas o homem só me fazia lembrar do bin laden, e os olhares que me lançava ainda ajudavam à festa - foi assustador. Não consegui perceber se ele achava que aquilo estava a ser sensual ou se me estava só a rogar uma praga, mas eu preferia almoçar sem a sensação de que alguma coisa vai explodir à minha volta. Obrigada.
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quarta-feira, 16 de abril de 2014
pintar com palavras
Apesar de já ser uma veterana nisto dos blogs, nunca fui de rúbricas, nunca fui de desafios, nunca tive essa vontade de anunciar agora-todas-as-quartas-corto-as-unhas-dos-pés-às-nove. Nunca me apeteceu, pronto. Mas ontem tive uma ideia de que, se bem me conheço, me vou cansar em menos de nada. Ainda assim, é uma ideia.
Tendo em conta que o meu talento para desenho é muito pouco superior ao dos putos de cinco anos com uma deficiência qualquer à vossa escolha - mandem-me para o inferno, vá! -, e tirar fotos a estranhos já é stalker a um nível demasiado avançado até para mim, vou descrever-vos pessoas, momentos, sem grandes justificações. Sem dia fixo, sem hora marcada - quando me apetecer, quando alguém me captar a atenção. Me aguardem.
deixem-me que vos fale de
pintar com palavras
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