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domingo, 8 de fevereiro de 2015

um dia destes eu volto a dormir

Não sei se vos interessa, mas achei por bem informar-vos de que as minhas skills no que toda a adormecer em sítios estranhos estão mesmo a desenvolver-se a olhos vistos - ainda ontem, por exemplo, adormeci sentada com as pernas à chinês, no meio da cama e sem estar apoiada a nada, enquanto dobrava cuecas.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

só não partilho

Há uma tendência geral para me sugerirem mézinhas para dormir e merdas que tal - eu limito-me a rir e a esperar que párem de tentar solucionar um problema que eu não tenho. Não sofro de insónias, sofro de falta de vontade de dormir, ou de falta de tempo, e descobri um motivo válido e valioso para me manter acordada. 

crónicas de uma gaja que já se esqueceu do que é dormir mais de 4h por noite

Uma das skills que eu estou a finalmente a conseguir desenvolver é a de adormecer nos locais mais inusitados; comecei pelas salas de espera dos hospitais e agora já vou em comboios, estações de comboios, salas de aula, mesa de cozinha. Só ainda não adormeci em pé porque deus não quis.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

ser eu é isto

Acabei agora mesmo de passar a ferro a roupa que vou vestir daqui a 4 horas, mas continuo sem sono nenhum, o que é particularmente bom hoje, tendo em conta que preciso de me aguentar amanhã à noite. Boa, patrícia.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

so it starts

O problema de preferir estudar à noite é que chego a uma hora em que já mal sei quanto é que são dois mais dois. Esta é a hora. 
Afinal, vai demorar mais um ou dois dias até que a minha hora de dormir comece a ser às seis da manhã - mas eu chego lá. Prometo que sim.

terça-feira, 22 de abril de 2014

por estas horas

Tenho aulas amanhã e ainda não arrumei nada. O estojo e a calculadora estão em cima da secretária, mas quanto aos livros e cadernos, desconfio que estão na prateleira para onde eu os atirei quando arrumei o escritório, demasiado longe para que eu os apanhe ao esticar o braço, mas demasiado perto para que eu não me sinta culpada por ainda não ter preparado as coisas. Ao invés, lembrei-me de vos vir dizer que os momentos que mais tememos são parte daqueles que mais fazem valer a pena porque, correndo bem ou correndo mal, ao menos sentimos alguma coisa - e eu sempre usei e abusei de descartes a meu bel prazer,  e hoje regemo-nos pelo sinto, logo existo, porque eu quero. Amanhã logo se vê.

Vou arrumar os livros e tentar dormir. É só.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

boa boa

Mudei o blog todo, mudei-lhe a playlist. Odeio o que lhe fiz, mas serviu para me acalmar. 
Já não tenho o coração a mil e, com um bocado de sorte, ainda consigo dormir durante as menos de três horas que faltam para que eu tenha de acordar outra vez. É só. E amanhã mudo isto tudo outra vez.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

pessoas que ainda estão a dormir, you suck!

Era suposto acordar às 8h. 
Imaginem que cheguei mesmo a pensar se não seria boa ideia deitar-me cedo, assim só naquela de parecer boa menina na noite antes do exame. Poooois. Como se o meu coraçãozito me fosse deixar dormir. Às 4 ainda estava acordada. Às 7 saltei da cama.

Claro que isto poderia ter dado imenso jeito se eu fosse um macho, sempre podia ir fazer a barba e a real cagada. Assim ando aqui perdida por casa, a pensar se não seria melhor, sei lá, pensar em rever a mensagem, já que ainda acho que estou fodida. Mas acho que não. Acho que vou mesmo chafurdar numa taça de leite com cereais, que daqui a pouco mais de uma hora e meia há um exame para fazer. 

Hasta.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

boa, patrícia!

Se calhar já estava na hora de eu entender que 6 da manhã não é, de todo, uma boa hora para me deitar, especialmente quando sei que sou retardada, muito retardada, e que devia, sei lá, isolar-me do mundo aí por volta da meia noite, só naquela de não causar danos de maior. Ou então, comprar um bilhete de ida para o cazaquistão e perder-me por lá. Oh deus. 

Foda-se, foda-se, foda-se, foda-se.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

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Há qualquer coisa de extraordinário nas noites em que não se dorme. Não sei. Já que o meu coraçãozito achou que seria giro manter-me acordada até perto das 6 da manhã, decidi delinear a cena completa do momento mais embaraçoso da minha vida. E pior; por uma unha negra que não liguei o pc e, como podem imaginar, àquela hora e com os pensamentos estranhos como estavam, não seria propriamente para vos desejar as boas noites. Ainda lhe havia era de escrever uma declaração de amor de fazer chorar as pedras da calçada. Mas, felizmente, consegui adormecer durante umas incríveis duas horas e meia. E cá estou eu, com o plano perfeito, com energia para dar e vender. Pena que a puta da coragem que me dá a meio da noite tenha fugido.

agendado

terça-feira, 11 de junho de 2013

ou que queria perceber o que aconteceu

Ele tem um olhar de peixe morto e faz cara de peido quando sabe que está errado, mas até disso eu sinto a falta, porque até disso eu gosto. Sei lá. Não sei o que me deu. E isto nem sequer é bem verdade, mas hoje estou demasiado chateada para não lhe apontar defeitos ridículos. É uma estupidez, bem sei, e eu devia definitivamente estar a dormir. Só queria dizer-lhe - o que eu não dava para lhe poder dizer - que tenho saudades dele. 

terça-feira, 28 de maio de 2013

não me chateiem

Se eu ontem me engasguei toda a apresentar um trabalho de 10 minutos, já começo a tremer só de imaginar o que vai acontecer amanhã, no trabalho final de psicologia. Ora, se há 3 noites que eu praticamente não durmo, também ainda não vai ser hoje que vou pôr o sono em dia para ver se me deixo de olheiras. Avizinha-se mais uma excelente noite e um ótimo dia. Fingers crossed.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

foda-se, vou dormir

Outra prova de que eu, definitivamente, não nasci para ser gaja, é que sou piegas quando estou doente. Uma constipação e é o drama. Então passei a noite naquela indecisão se teria frio ou calor, levanto-me e quase desmaio porque, enfim, é o fim do mundo estar com febre, adormeci às 5 da manhã, dormi 3 horas, seguiram-se 5 de hospital. 3 para uma consulta de rotina mais 2 nas urgências para me dizerem aquilo que eu sabia e mandarem-me para casa curar a gripe com ben-u-ron e um gel para a conjuntivite. Oh, que giro. Agora que eu começava a achar fofo ter um olho verde e o outro castanho, bem que podiam ter-me deixado mais umas horas à espera de uma consulta de menos de cinco minutos. Oh, sim, a minha garganta e os meus ouvidos estão maravilhosos, não se preocupe em ver, não é preciso.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

3 am.

Conheço essas lágrimas que não caem e se consomem nos olhos, conheço essa dor feliz, essa espécie de felicidade dolorosa, esse ser e não ser, esse ter e não ter, esse querer e não poder.

José Saramago,
a caverna 

Consegui acabar a porra do livro a meio da noite. Pena ter decidido não dormir depois disso, se calhar, melhorava-me o humor.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

don't go.

Tenho uma necessidade paradoxal de fugir de ti e de te manter por perto, exatamente pela mesma razão; eu gosto de ti. E como é que o poderia dizer algum dia? Não podia. Como me disseram hoje, não posso deixar que os meus sentimentos caiam de pára quedas na tua vida, vindos do nada. E, para te ser franca, não quero perturbar o teu mundo.

Acho que o que me dói mais é saber que te arrumei no caixote dos sonhos impossíveis no primeiro dia, mas continuei a ir lá e abri-lo de vez em quando, só para poder ver mais um bocadinho de ti, para ter a certeza de que não estava louca quando me apaixonei por ti. E tu, inocentemente, foste-me dando mais razões para gostar. E mais ainda para selar a caixa. 

Queria conseguir explicar-te porque raio estou a chorar, mas não consigo. Não consigo e nem sei se quero. Pensar na realidade nestes moldes, na forma como a estou a sentir, é ainda pior do que isso. Eu sei o que se passa, mas não quero sabe-lo. Quero esquecer-me. Não quero chorar já por esse adeus marcado para depois, mas para um depois que nunca chega porque nenhum de nós se há de querer despedir. Ainda que por motivos diferentes.

Temo esse dia. Não consigo imaginar o sufoco de um até nunca mais, quando nada do que havia por dizer, foi dito. Refiro-me à minha parte, é óbvio. Não duvido que para ti esteja tudo claro, mas não imaginas o quanto a minha água é turba se lhe tocares. O meu problema, é achar que não tenho o direito de omitir a alguém que é nessa pessoa que penso antes de dormir, e que, inevitavelmente, é das primeiras pessoas em quem eu penso quando acordo. Por outro lado, não sou o suficiente para ti a qualquer nível, e isso torna o meu sentimento insignificante. Para que raio quererias tu saber? Para nada.