terça-feira, 1 de abril de 2014

o rebentar das águas

Não sei ao certo porquê, mas quando estava com o rapazinho comecei a ficar com umas dores de estômago insuportáveis e com a sensação de que lhe ia vomitar em cima a qualquer momento - fiz questão de lhe dizer isto, vejam só o meu nível de romantismo. E entretanto ele passou o resto do tempo a sugerir-me que fosse beber um chá, enquanto eu continuava a apertar o meu ventre proeminente e lhe dizia que não era preciso. Não era preciso o caralho. Estava mais inchada do que a tia marge quando sai a voar pela janela, mesmo ao estilo de MEU GRANDE ESTÚPIDO, EU NÃO QUERO É SAIR DAQUI, PREFIRO FICAR ARMADA EM CONTORCIONISTA AO TEU LADO DO QUE IR A REBOLAR ATÉ AO BAR E ESPERAR QUE ALGUÉM ME FAÇA PASSAR AS CONTRAÇÕES LONGE DE TI. Foi triste e doloroso.

shame on him


Não acredito que nunca tinha ouvido esta música antes. É certo que nunca liguei nenhuma à aurea, mas hoje quando ouvi isto pela primeira vez percebi que todos os momentos felizes que eu julguei ter tido no passado não foram mais do que pura ilusão. Sério. Isto é awesome!

gostava que fosse mentira

Estivemos sozinhos durante uma hora, em que eu estive a tentar tomar balanço para lhe contar. De vez em quando, passavam por lá pessoas - e ele perguntou por ela, pelo banco de esperma, duas vezes. Apeteceu-me fugir, mas também me apeteceu ficar. E, quando finalmente comecei a ganhar coragem, parece que toda a gente decidiu chegar e nunca mais ficámos sozinhos.

Não consigo fazer isto. Achei que conseguiria, mas não dá. E de cada vez que o ouço dizer o nome dela... ahhhh.