domingo, 1 de março de 2015

portuguesíssima

Uma pessoa já anda tão farta de andar com oito camadas de roupa que, mal ouve falar em temperaturas a rondar os 20 graus, faz a festa, começa logo a pensar ir comprar um biquíni e tirar a semana para estender o cu .

atrasada mas forte, claro

Há dias em que eu acho que tenho problemas sérios, mas há outros em que eu tenho a certeza disso. Esta noite, por exemplo, sonhei que tinha ido dar uma volta com a minha avó, sabe deus onde, de carro, e tinha-o estacionado num terreno de terra batida em frente a uma casa.

Quando voltei, estava cercada; tinha carros por todo o lado e, a não ser que o dito desenvolvesse asinhas, era impossível sair de lá. A não ser, claro, que um deles saísse. E foi então que eu decidi pegar no smart e ir metê-lo na varanda da dita casa, cheia de orquídeas, assim, como se aquilo não pesasse nada e fosse comum as pessoas andarem com um debaixo do braço. Mas pior - não era um smart qualquer; aquilo encolheu tipo o autocarro cavaleiro e ficou só com um lugar. 

Pelo que me lembro das teorias maradas do freud sobre os sonhos, creio que tenho um atraso mental profundo.

ponto da situação

Estou revoltada - ler o the fault in our stars e o looking for alaska fez-me meter o john green num pedestal e achei que o papper towns ia ser qualquer coisa; ou então sou eu que preciso de finais trágicos que me levem a ter todos os sintomas de uma depressão de uma só vez. Não sei. Sei que o livro me viciou mas depois cheguei a um certo ponto em que já só queria que acontecesse alguma coisa que o fizesse valer a pena ou que acabasse de uma vez, porque estava a perder o interesse a cada página.

E pronto, eu não sou uma expert em crítica literária mas apeteceu-me vir aqui despejar veneno, essencialmente  porque tinha metido na cabeça que era desta que ia dar uma oportunidade à triologia fifty shades mas afinal acho que me apetece assim uma coisa mais trágica, daquelas de fazer chorar as pedras da calçada, e acho que me vou atirar ao wuthering heights.