sexta-feira, 6 de setembro de 2013

na margem

Não sei muito bem explicar porquê, mas ontem as pessoas pareciam-me mais simpáticas do que o normal. Entre o revisor (bom, mas esse talvez estivesse com medo que eu o atacasse depois do pequeno incidente), o rapazinho da bilheteira, o outro super querido da barraquinha dos brincos - e até mesmo o do mac, quando eu fui enfardar um mcflurry, não consigo escolher qual foi mais fofinho - trust me, acontece uma vez num milhão. Não sei, estavam todos demasiado adoráveis para o meu gosto e assim eu começo a correr o risco de simpatizar com as pessoas. Ou estavam só com medo que eu me tornasse violenta.

guilty pleasure

There's nothing i wouldn't do to hear your voice again,
sometimes i wanna call you, but i know you won't be there.


Descobri que a hurt da christina aguilera combina muito bem com os dias em que uma pessoa tem vontade de se atirar para a frente de um comboio. 

Isto está a descer cada vez mais. Por este andar, volto para a escola a cantar o mãe querida, mãaaaaae queridaaaaa, o melhor que a geeeeente têeeem, não há outro amoooor na vidaaa, igual ao amoooor de mãaaaaaae.
É só.