Mostrar mensagens com a etiqueta disseram-me. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta disseram-me. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 5 de maio de 2014

ontem

Disseram-me que devia ser realmente difícil de lidar comigo porque eu pareço ser daquelas pessoas que tem de ter tudo feito como quer, e preciso de ter tudo muito bem decidido antes de avançar. O triste é eu perceber que sim, que é verdade, e eu sou mesmo a gaja chata que precisa de ter tudo claro na cabeça antes de encerrar qualquer assunto. E não, não desisto até que isso aconteça - mas, quando esqueço, esqueço a sério. Se eu disser que um assunto acabou, acabou mesmo.

Deve ser por isto que toda a gente me adora e eu tenho tantos amigos que a minha vida social resume-se, essencialmente, a sete gatos e um cão.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

fez sentido na minha cabeça

Disseram-me ontem que o medo não me adiantava de nada. Não sei porquê, mas fiquei a pensar nisso - porque é verdade. Não me adianta porque eu só estou a adiar o inevitável e começa a ser hora de me forçar a mim mesma a parar com este compasso de espera enquanto alimento um medo, quase infundado, quase sem sentido, quase. 

O medo está a prender-me em tantas coisas, de tantos modos diferentes. E talvez eu até pudesse ser feliz se não tivesse medo de tentar sê-lo.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

talvez seja um bocado por aí

Adorei os teus olhos. (...) Tens um olhar muito vivo. Não sei como te explicar melhor. Muito, cheio de vida.

Ou porque isto me soou realmente fofinho, ou porque foi a primeira vez que fiquei a pensar que talvez fosse verdade em vez de declinar um elogio. Ou então, porque me serve de explicação mal amanhada. Mais isso, talvez.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

diz que nunca escrevi sobre ela

- deixo sempre o melhor para o fim.
- vê lá se depois não é tarde de mais e não te arrependes por não teres aproveitado o melhor antes.

Foi mais ou menos assim que uma conversa sobre natas e sobre o quanto eu gosto de comer a parte torrada no fim me deixou a pensar durante uma eternidade. Se calhar é esse o problema. Penso demais e faço pouco com o que sei.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

quando me ouvem a falar

quando tu dizes asneiras, é de morrer a rir só de imaginá-las ditas com a tua vozinha!

Thank god, vocês nunca vão ouvir a minha voz, ou os posts aziados a mandar tudo com o caralho perdiam a credibilidade toda. Mesmo com voz de pita, sou má na mesma. É só um disfarce. Conseguem imaginar o quão creepy eu vou ser quando for velha, com esta voz? Ainda acabo a fazer filmes de terror.

estamos entendidas, lil bitch?

quinta-feira, 25 de julho de 2013

os meus anónimos são bipolares

nao quero enganar ninguém. so nao quero que me conhecam. Nem que pensem que me conhecem, porque nao tenho maneira de saber se é verdade. Se eu me conhecesse, nao me importava que pensassem que me conheciam, desde que nao tivessem acertado.
Nao me dou a conhecer, mas tambem nao procuro convencer ninguem que sou diferente do que sou. Sou um individuo razoavel. Se me fizerem uma pergunta a qual nao queira responder, nao minto. Digo nao sei (...)
(mec)

Mas tenho de agradecer ao que me deixou isto aqui hoje. Tinhas razão, gostei mesmo. E estás perdoado, já não te mando para o inferno.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

convocação geral: preciso que me expliquem

O que é que se está a passar?
Vão mesmo anular o exame de português? 

EU VOU MESMO FAZER UM EXAME NO DIA DOS MEUS ANOS?
É na boa, eu nem tinha planos melhores nem nada. A sério.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

disseram-me

Tu tens um kit de unhas e colhões de aço.

Ri-me.
Tem dias, tem dias. Às vezes, nem unhas nem colhões.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

ouvi hoje

porque é que és tão má, patrícia?


E o pior é que, de facto, gostei da pergunta. Gostei de saber que consigo fazer passar a imagem da pessoa fria que não sou. O que parece bom, quando não penso muito nisso, e se revela terrível quando penso, primeiro que tudo, no que me fez ficar assim. E depois... nas consequências disso. Talvez nem perca nada, talvez até ganhe, mas não me parece de todo bom querer fazer crer que sou uma cabra insensível. Sei fingi-lo, mas não sei sê-lo por completo. E não devia orgulhar-me por continuar a mascarar a minha cobardia de arrogância.

domingo, 28 de abril de 2013

ice queen

ele: o fado é profundo, toca o coração.
eu: não me emociono com estas coisas, o meu coração é de pedra.
ele: gelo. tens um iceberg no lugar do coração.

Eu estava a ser irónica. Pelos vistos, ele não. Sou tão boa a demonstrar o  que sinto!

agendado