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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

o dia em que a minha sanidade mental deu o peido mestre

Segunda feira. Teste de matemática. Frio terrível. Trabalho chato pra caralho. 

E tu, cinderela?
Eu tenho o spotify e tive a feliz - ou a infeliz - ideia de escolher a discover weekly; quando dei por mim, estava a ouvir a música mais estúpida de sempre com um sorriso de orelha a orelha: estamos quase no natal e essa é talvez a altura do ano que eu mais detesto mas, hey, lá vem a craudete, prepara o confete!

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

mas vocês pensam que isto não pode piorar?

Uma pessoa vem aqui em estado de choque porque - graças ao spotify, sempre por culpa dele! - esteve a ouvir uma playlist que ia de adele a redfoo, mas hoje dei por mim a ouvir um álbum da celine dion, em francês.

(não sei se atenua a minha pena, mas a verdade é que são músicas que eu costumava ouvir em pequena com a minha tia e, volta e meia, volto a ouvi-las quando tenho saudades dela. hoje descobri que o spotify o tem e estou mais feliz.)

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

a saga continua

Isto também podia ser sobre como o spotify me trama de vez em quando - está aqui uma moça a amanhar um trabalho chato como tudo, de fones nos ouvidos e a tentar manter um semblante sério, como se estivesse a ouvir chopin ou o diabo a quatro, e isto vai de adele, que teve um efeito estranho em mim, a redfoo.

Fica um bocado difícil parecer normal quando se está sentada em frente a um computador, ao som da juicy wiggle.

o peixe morre pela boca, ou a adele não serve para pessoas felizes

Shame on me - depois de tanto ter criticado todos os casalinhos fofos que, emotiva e apaixonadamente, dedicavam a someone like you ao morxituh da vida deles, dei por mim a ouvir a hello, também da adele, com um sorriso de orelha a orelha, como se fosse a música mais feliz deste mundo.

E nem uma palavra acerca do facto de eu estar a ouvir adele, boa? Boa.

domingo, 19 de julho de 2015

só o spotify nunca me deixa

E então numa dessas noites mesmo mesmo mesmo tristes, escolhi a playlist just cry, sad songs, e agora sinto que chegou a altura certa para espetar um objeto pontiagudo na carótida.

terça-feira, 31 de março de 2015

spotify, meu grande amor

Há uma playlist no spotify para a tpm. 
Se eu ouvisse realmente aquilo durante os dias traumáticos em que eu oscilo entre os mood se-voltas-a-repirar-eu-juro-que-te-mato e o mood ai-jesus-que-eu-gosto-tanto-de-ti-dá-cá-um-beijinho-pelo-amor-de-deus, certamente já teria espetado uma caneta na carótida.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

focus.

Se deus existe, até pode não ter sido ele a criar o mundo, mas meto as mãos no fogo em como foi ele que teve a brilhante ideia de se criarem diferentes playlists para os mais variados moods no spotify.

E os anúncios sim, são obra do diabo, mas wtv. Hoje está a saber-me pela vida.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

mãe querida, mãe queridaaaaaaa

Uma das coisas que mais me enerva no spotify é aquela mania de me parar entre duas músicas para passar uma publicidade sem jeito nenhum, como aquela em que me informa que posso, afinal, escolher uma private session para ouvir a música que me apetece sem que nenhum dos meus seguidores venha a descobrir. Sim, sim. O meu guilty pleasure é ouvir ágata enquanto estudo.

terça-feira, 4 de junho de 2013

medo é

Eu não fazia ideia de que se podiam seguir as pessoas no spotify, mas não deixei de ficar com medo quando percebi que um dos meus seguidores é um gajo que eu detesto. E é recíproco.