26 de fevereiro de 2018

a saga das não-entrevistas: cinderela e a escola da vida

Vocês sabem que, se procurar trabalho contasse para o currículo, eu ganhava-vos em experiência. E, portanto, conto também com algumas humilhações na bagagem. 

De todas, esta é a que mais me chateia: há uns meses, recebi uma carta com os contactos referentes a uma vaga de emprego na qual eu estava mesmo, mesmo, mesmo, interessada, e o nome ao qual eu me deveria dirigir. E não, eu não estava, de forma alguma, a candidatar-me a algo que estivesse acima das minhas qualificações: eu poderia perfeitamente desempenhar aquela função. 

CV, carta de apresentação, tudo direitinho, e senta-te à espera sua gata borralheira miserável.

Por ser uma stalker competente, fiz o óbvio: fui procurar, no facebook, a senhora a quem me dirigi na carta de apresentação, na qual me esmerei para mostrar que podia perfeitamente ser a próxima funcionária daquela empresa e...

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*introduzir som de choro compulsivo, vindo do fundo da alma*

Eu, ainda hoje, não recuperei do choque de ter sido rejeitada para alguém que escreveu no facebook que frequentou a escola da vida.

(preciso mesmo de pedir a um dr. Cunha que me adote.)

2 comentários:

Jota Esse disse...

Frequeentou é mesmo o "frequeentou" que a gaja escreveu, ou é um erro teu? xD
Por este andar, vais chegar à idade da reforma e não ganhas experiência em nada (a não ser em entrevistas). lol

ernesto disse...

É um erro meu, mas só me dei conta quando reli o post e não o podia editar na altura.